quarta-feira, 7 de julho de 2010

da séria Sombras






































O vemelho matizado de um muro-parede no Butantã me permitiu desenhar esse poste, a delicadeza das fiações e essas caixas de telefone, suponho, distribuídas simetricamente, à direita e à esquerda. Ao lado dessa sombra, contra o mesmo vermelho, a sombra de uma árvore debruçada sobre um riacho imaginário. Depois, em casa, monto o quebra-cabeça. Ainda não comecei a desenhar com nanquim, mas é provável que isso aconteça, mais cedo ou mais tarde. Por enquanto procuro estabelecer um diálogo entre preto e branco e cor, diálogo que dificilmente flui num mesmo conjunto.

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