quarta-feira, 4 de janeiro de 2012

poemas de madeira / 3


 

4 comentários:

Anônimo disse...

carlos,
meu nome é fernando josé karl, do nicolau, lembra?

achei fascinante teu blog.

quero convidá-lo a singrar meu blog Nautikkon, onde, durante 4 anos, venho grafando poemas, contos, textos diversos: www.nautikkon.blogspot.com

e também o blog O elixir das linhas, com meus desenhos e pinturas: www.oelixirdaslinhas.blogspot.com

meu e-mail:
fernandojosekarl@yahoo.com.br

o melhor dos abraços

fernando

carlos dala stella disse...

Viva, Fernando

Claro que lembro de você. E de sua poesia. Vou visitar os 2 blogs.

Receba meu abraço amigo
e agradecido por passar por aqui.

Jorge Brum disse...

Carlos este "Poema de madeira"3 me remeteu as esculturas cinéticas de Calder. Muito bom o teu trabalho
Abço Jorge Brum -designer de produto-

carlos dala stella disse...

Jorge, gosto muito do Calder. Também lembraram das engenhocas de da Vinci. Fico contente com essas referências. A impressão é sempre de algo mais leve do que o ar. Nesse caso parti de um banquinho que usava pra pintar. E de bambus, que fui desbastando até chegar a essas varetas. Mais barbantes... Receba meu abraço e agradecido por dispor de seu tempo por aqui.