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domingo, 11 de setembro de 2016
sexta-feira, 29 de janeiro de 2016
terça-feira, 17 de fevereiro de 2015
quinta-feira, 24 de julho de 2014
AUGUSTO
meu pai
assim que começava a chover
se metia no banco detrás do fusca
com um travesseiro
para dormir ao som dos pingos
tamborilando na lataria
não conheci ninguém que vivesse
com tanta desenvoltura
quanta falta me faz
um mundo menos complicado e violento
vivo da simples ternura de viver
inédito Carlos Dala Stella
assim que começava a chover
se metia no banco detrás do fusca
com um travesseiro
para dormir ao som dos pingos
tamborilando na lataria
não conheci ninguém que vivesse
com tanta desenvoltura
quanta falta me faz
um mundo menos complicado e violento
vivo da simples ternura de viver
inédito Carlos Dala Stella
terça-feira, 10 de junho de 2014
terça-feira, 18 de fevereiro de 2014
terça-feira, 4 de fevereiro de 2014
terça-feira, 7 de janeiro de 2014
sábado, 12 de outubro de 2013
1º pb
Esta foto, meu primeiro pb, tem 20 anos, pouco mais ou menos. A casa acabava de ser construída. No piso de baixo ficava meu ateliê, onde trabalhei até 2007. A árvore é uma extremosa, também conhecida como resedá, e floresce em dezembro; a aranha, no centro da teia, sou eu.
domingo, 21 de julho de 2013
sábado, 20 de julho de 2013
quinta-feira, 7 de março de 2013
quarta-feira, 7 de novembro de 2012
segunda-feira, 13 de agosto de 2012
segunda-feira, 16 de julho de 2012
bicicleta no mato
fotografia (do livro Bicicletas de Montreal)
cópia preto e branco, feita em laboratório químico
80x110cm (incluídos passepartout e moldura em alumínio)
R$ 4.200,00
segunda-feira, 4 de junho de 2012
O mato comeu
Toda vez que leio que o IPI dos automóveis baixou, me pergunto por que não baixam o IPI dos livros, dos instrumentos musicais, do nanquim, do óleo, da acrílica? E toda a nossa imprensa comemora, abestalhada. Que solução econômica medíocre incrementar o deus consumo entupindo as ruas de mais automóveis. Eles falam em qualidade de vida, e eu penso em qualidade espiritual, qualidade de imaginação, de subjetividade. Eu e um bando de gente, para quem o automóvel não passa de um amontoado de lata, plástico e circuitos computadorizados, por mais atraente que pareça. Mil vezes nossas pernas tortas do que essas maravilhosas porcarias importadas. Uma frota de automóveis zero quilômetro não vale uma borboleta, não vale uma única bicicleta, solitária, presa num poste do terminal Guadalupe, de madrugada - prestes a ser roubada .
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