Essa tela, atualmente na galeria Arte Aplicada, foi a única que fiz a partir do conjunto de desenhos, gravuras e fotos do livro Bicicletas de Montreal. Embora ela esteja à venda, tenho vontade de retomar algumas áreas, repintando-a.
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Vale repetir: as bicicletas do livro não passam de pretexto para o exercíco do desenho, do grafismo. O que não significa que eu seja cego à beleza gráfica de canos, cabos e raios. No final das contas, a superfície do mundo não passa de um pretexto para que sonhemos.