sexta-feira, 26 de fevereiro de 2010
Mulher-pomba com violão
Morro de medo que a música me falsifique, tanto ela afetiva minha cognição. Sem música eu estaria meio morto, meio vivo. E entre todos os instrumentos, o violão é o que troca confidências comigo. Sem que eu me aperceba, ele sussurra segredos que fazem sorrir o coração, ou doer fundo n'alma.
quinta-feira, 25 de fevereiro de 2010
quarta-feira, 24 de fevereiro de 2010
Templo Zu Lai
segunda-feira, 22 de fevereiro de 2010
Gabriel sonhando
quinta-feira, 11 de fevereiro de 2010
entrevista no ateliê
- a publicação do livro Quer Jogar?, pelo SESC SP
- a exposição de telas e fotografias, na ARTE APLICADA
- os desenhos para o segundo volume do livro BRINCA CIÊNCIA
- e o livro CEGOS como EU, de poemas, fotos e desenhos
terça-feira, 9 de fevereiro de 2010
recortes
Atacar o papel com o estilete, sem estudo, camada a camada, compondo harmonias abstratas, é uma das maiores alegrias de minhas mãos. Frequentemente edito o recorte, refazendo a ordem das lâminas; com esse jogo aprofundo a busca por certo rigor, além de extrair dele prazer e permitir que atue a mão deificada do acaso.
sábado, 6 de fevereiro de 2010
Dados
chung toi
Do livro inédito Quer jogar?, em co-autoria com a arte-educadora Adriana Klisys, a ser publicado pelo SESC SP. Foto de Joel Rocha.
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terça-feira, 26 de janeiro de 2010
quinta-feira, 21 de janeiro de 2010
José Castello
segunda-feira, 18 de janeiro de 2010
A casa da amoreira
domingo, 17 de janeiro de 2010
sexta-feira, 1 de janeiro de 2010
Paisagem
Frequentemente uma paisagem pode ser reduzida ao esqueleto estrutural que a sustenta. Com esse desenho reduzi uma de minhas paisagens ao essencial, a essa ossatura de passarinho. Embora alguns elementos tenham ficado de fora, essa variação em nanquim da tela caminha em direção à rarefação do contexto - tema que tem despertado meu interesse há anos. Tanto no desenho como na poesia, quanto mais se tira, mais denso fica o núcleo.
quinta-feira, 31 de dezembro de 2009
Tudo o que voa
Nanquim
Explorar o mesmo tema com materiais e técnicas diferentes é um prazer para a cognição. Aquilo que a colagem diz, o desenho não pode dizê-lo. A primeira é rica em associações, a segunda em rarefação e delicadeza. Respira-se menos com o desenho, mas mais essencialmente. A colagem é um jogo. A força que uma tela pode expressar, sua densidade material, como dizê-la com a fotografia. A fotografia traz o mundo para a epiderme. E o prazer de tocá-la, com os olhos, em tudo é diverso do prazer de tocar, ainda com os olhos, a materialidade de uma tela. Percorrer esse trajeto, investigando o mesmo tema, é uma de minhas alegrias. Desejaria que ele fosse capaz de dizer o que eu não.